Cursos de Inglês, Francês e Espanhol para o Concurso de Diplomata (CACD)

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Cristina Corral, PhD

Cristina Corral

Doutora em Linguística Geral pela Universidade de León (Espanha), a professora Cristina Corral Esteve acumula mais de vinte anos de experiência em ensino e pesquisa em línguas estrangeiras. Professora do Instituto Cervantes, atuou como coordenadora, desenvolvedora e avaliadora de provas de competência em língua espanhola, incluindo o DELE.

Elisa Hickmann

Elisa Hickmann

Diplomata de carreira, a professora Elisa Hickmann é formada em Sociologia e Ciências Sociais e mestra em Teoria e História Literária pela Unicamp.

Atualmente está lotada na Secretaria de Estado das Relações Exteriores, atuando na Coordenação-Geral de Negociações Comerciais Extrarregionais.

Igor Barca

Igor Barca

Igor Barca é licenciado em Letras—Língua Francesa pela UFRN e pela Université de Nantes. É um experiente professor de Francês e Inglês para o concurso de diplomata, ministrando cursos desde 2010. Já contribuiu para a aprovação de dezenas de diplomatas.

Natália Mesquita

Natália Mesquita

A professora Natália Mesquita leciona Língua Inglesa há cerca de 20 anos. Nesse tempo, trabalhou em cursos de idiomas tradicionais, como o CACD. Desenvolveu, nesse tempo, um talento especial no ensino de aprendizes iniciantes e de nível básico em Inglês, que demandam maior fundamentação teórica de técnicas e métodos de ensino por parte dos docentes.

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PRINCÍPIOS E MÉTODO

Veja por que não há forma melhor de se preparar do que com exercícios que desenvolvem as competências específicas cobradas na prova!

 

E se te dissermos que uma preparação pragmática para o concurso de diplomata deveria colocar em segundo plano as habilidades conversacionais dos idiomas, como a compreensão auditiva e a fala?

A pergunta mais comum que ouvimos é: “eu preciso falar francês, inglês e espanhol fluentemente para passar no CACD?”.

Uma resposta curta que costumamos dar é: “você não será avaliado pela maneira como fala ou escuta um idioma! Quando você dedica tempo e esforço excessivos ao desenvolvimento da fala das línguas estrangeiras, se seu foco é o CACD, essas atividades acabam sendo uma distração do foco principal, pois tomam o lugar da prática dos fundamentos realmente exigidos para tornar-se diplomata!”.

O CACD abstrai algumas competências linguísticas e coloca forte peso em outras, notadamente as de leitura e escrita. Entenda que as provas de idiomas têm natureza defensiva, uma vez que o erro do candidato será penalizado  em uma razão muito maior do que os acertos serão premiados. O CACD é, portanto, um teste de uso dos idiomas como ferramentas, instrumentos que você deve aprender a manusear a aplicar no contexto em que são requeridos.

Infelizmente, muitos candidatos dedicam a maior parte de suas horas de estudo (e energia) direcionado aos idiomas estrangeiros ouvindo podcasts (em inglês/francês ou espanhol), vendo Netflix, fazendo listas de palavras fora de contexto, lendo materiais que não guardam pertinência com a prova, participando de aulas de conversação (pasme!), fazendo exercícios de gramática não aplicados ao desenvolvimento da escrita, e coisas piores, ou seja, menos específicas ao que a prova exige!

Veja bem: não é que as atividades citadas sejam inúteis para aprender um idioma. Pelo contrário: estão longe de ser! Contudo, se as dicas fossem para alguém que quer aprender uma língua para a vida (e não com o objetivo de superar um desafio concreto e tão bem parametrizado como o CACD), talvez recomendássemos quase todos esses recursos acima. Eles se complementam e enriquecem, inclusive, sua bagagem cultural, além de preparar para as circunstâncias reais do uso das línguas em toda sua complexidade.

Quem sabe mais de uma língua tem plena consciência de que faz uso de cada uma em contextos e finalidades diferentes, em distintos níveis de proficiência e com melhor ou pior desenvoltura em determinada modalidade de uso (oral ou escrito). É possível ter uma fluência notável em uma língua apenas na leitura, por exemplo, sem conseguir articular com pronúncia boa sequer uma frase. O contrário também é verdadeiro: quem aprendeu uma língua por meio da prática da conversação, sem foco na modalidade escrita, terá certamente dificuldades para escrever um texto, fazer um resumo, uma versão ou até um exercício simples de gramática normativa.

Esse é o principal engodo do intercâmbio, uma inegavelmente interessantíssima experiência cultural. Alguns se enganam que o intercâmbio em si já será uma oportunidade de preparação para a prova de língua do CACD. Não é. Seis meses ou um ano em um outro país com foco no domínio da conversação terão como custo tudo aquilo que você deixará de fazer, como estudar História, Direito, etc. Um tradeoff evidente. Como dito, a preparação para as provas de línguas do CACD exige o domínio da competência escrita em parâmetros muito específicos que uma experiência de intercâmbio seria incapaz de prover. Como dizem em inglês, take it for what it's worth.

Você quer ser aprovado em uma prova concreta — especificamente a do concurso de diplomata, que tem exigências bem definidas, perfeitamente treináveis, que são as capacidades de traduzir e resumir, além de escrever uma redação, no caso de inglês. Essas competências também dependem, em alto grau, do domínio da gramática, da interpretação de textos e do conhecimento de vocabulário. As habilidades de fala e compreensão não são apenas inúteis, para efeito de aprovação, mas uma distração!

Um programa eficiente e pragmático voltado para os idiomas deve seguir os preceitos acima: ele extirpa essas distrações da oralidade e concentra todo o esforço no desenvolvimento das competências específicas que são requeridas. Ele deve ser ancorado, subsidiariamente, no trabalho de desenvolvimento da gramática aplicada à escrita, da compreensão da leitura e de ampliação do vocabulário ativo.

O Grupo Ubique levou a ferro e fogo o princípio da especificidade e organizou, com um corpo de competentes especialistas, um curso voltado para os três idiomas cobrados no concurso para diplomata.

Se você quer aprender a falar inglês/francês/espanhol ou entender melhor os filmes a que assiste ou só precisa do conhecimento para a leitura em uma das línguas, nem perca seu tempo nem seu dinheiro! Com toda a sinceridade, nossos cursos não têm a pretensão de te preparar para esses contextos!

O curso é apenas para quem quer dominar as sutilezas linguísticas da prova de diplomata e seguir a trilha do pragmatismo, abreviando, assim, a espera pela aprovação.

Método e formato

O método é baseado na resolução de fascículo de exercícios semanais que apresentam desafios análogos ao que é cobrado na prova: são leituras que se seguem de um resumo e de uma tradução e, quando é o caso, de uma proposta de redação.

Aos módulos são agregadas tarefas de gramática e treino de vocabulário, que são, na medida do possível, incorporados aos próprios exercícios de resumo e tradução.

Depois de resolvidos os exercícios, o candidato assiste à aula expositiva (gravada) do(a) professor(a) titular do idioma, que demonstra os possíveis caminhos de resolução das questões propostas e apresenta novas atividades de aprofundamento e expansão dos conhecimentos.

Você terá acesso a todo o banco de conteúdo do curso, que será liberado de maneira gradual, no ritmo de 4 fascículos e aulas por mês de cada nível do idioma. Você tem acesso tanto aos módulos iniciante/básico quanto ao intermediário/avançado, ou seja, a 52 aulas por cada língua.

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COMPETÊNCIAS LINGUÍSTICAS

Leia um pouco sobre cada uma das competências linguísticas da prova e como elas serão trabalhadas de maneira consistente no curso.

 

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benefícios

Veja como os cursos de idiomas vão lhe ajudar a se tornar mais competitivo para prova.

 

Acesso por 1 ano

A cada semana serão liberadas duas aulas de cada idioma: uma do nível básico e uma do nível avançado, e você terá acesso às duas! Estude no seu tempo e reveja as aulas quantas vezes quiser, dentro do período de 1 ano. Serão 52 aulas no total.

Técnicas de estudos

Tenha acesso a um módulo especial que apresenta um repertório das melhores técnicas de estudos para lidar com as especificidades do CACD. Aprenda a tomar anotações eficientes, a reter melhor o vocabulário que aprende e a fazer mapas mentais.

Correção personalizada de redações, traduções e resumos (opcional)

Você poderá contratar a correção personalizada dos exercícios de redação, traduções, versão e resumo do curso, mediante contratação por uso, ou seja, para cada exercício. Mais detalhes serão dados por e-mail, uma vez matriculado.

Mentoria com Marcílio Falcão

Acesso a uma aula de mentoria exclusiva por semestre, ao vivo e em grupo, com o diplomata Marcílio Falcão sobre planejamento, organização, métodos e técnicas de estudo orientadas pelo princípio da especificidade.

Acesso a base de questões

Você terá acesso a uma compilação de todas as questões objetivas e discursivas de todos os idiomas, além de exercícios análogos às questões de prova a cada semana.

Foco nas competências linguísticas da prova

A fluência oral e a compreensão auditiva não são exigidas no concurso! Perde tempo e esforço quem privilegia atividades de estudo que fogem do que é cobrado na prova! Esqueça aulas de conversação e escuta de áudios e aprenda os idiomas por meio da prática das competências linguísticas específicas da prova!

Acesso às aulas de todos os níveis

Muitos candidatos que se julgam avançados cometem erros típicos de alunos básicos. Em uma prova que penaliza o erro mais do que premia o acerto, erros elementares podem significar sua reprovação, por mais que você domine o idioma. Por isso, você terá acesso aos módulos de todos os níveis.

Comunidade de alunos

Tenha acesso a uma comunidade virtual em que os alunos do curso podem interagir, trocar dicas de estudos, de bibliografia e até iniciar debates na língua estangeira.

Início da comunidade em janeiro de 2022.

Como aplicar o princípio da especificidade nos idiomas?

Preparamos algumas dicas práticas de como criar exercícios que trabalham as competências linguísticas específicas das provas de idiomas.

 

PULAR PARA A MATRÍCULA

O concurso de diplomata exige competências linguísticas muito específicas, abstraindo da grade de avaliação a modalidade oral da comunicação (fala e audição). Avalia-se, portanto, exclusivamente a qualidade de seu resumo, tradução (de dois tipos) e redação. Tudo isso se ancora no domínio da gramática, de um vasto vocabulário e na fluência na leitura.

Para você construir seu próprio material de estudos de um idioma estrangeiro com fundamento no princípio da especificidade, você precisa de um texto do qual você consiga ter uma boa compreensão geral após a leitura. Você deve ser capaz de tirar sentido daquilo que leu. Por isso, trabalhe textos com nível adequado ao seu grau de conhecimento.

O primeiro passo é selecionar o texto de referência, que não deve ser nem muito fácil, nem muito difícil. Para um aluno intermediário, um texto adequado poderia ser este.

Em seguida, defina seu(s) objetivo(s) pedagógicos, orientação, aliás, que vale para todas as atividades de estudo durante sua preparação para o concurso. Em quais competências linguísticas você quer se tornar mais competitivo ao término desse exercício? Quer primordialmente aprender vocabulário, gramática, resumo, tradução, ou tudo isso? Você consegue identificar em você alguma deficiência que se sobressai em alguma das habilidades linguísticas, que precisa ser treinada? Escolha um ou dois objetivos principais por texto e concentre-se em avaliar seu ganho de produtividade e competitividade nesses parâmetros específicos.

Leitura e vocabulário

Faça uma primeira leitura do texto e procure identificar i) construções sintáticas que chamam a atenção (inversões, uso de voz passiva, emprego de recursos interessantes de ênfase, etc.); ii) palavras desconhecidas ou aparentemente infrequentes; iii) expressões idiomáticas, collocations, colligations, frases feitas, falsos cognatos, etc.; iv) aspectos morfológicos (relativos à formação das palavras); v) palavras que você entende, mas não fazem parte do seu vocabulário ativo; vi) os tópicos frasais dos parágrafos; vii) o sentido geral do texto; ix) dados e informações específicas em torno dos quais se desenvolve a narrativa; x) trechos ambíguos (que poderiam sofrer interpretações equivocadas) ou de duplo sentido (intencionais do autor); xi) as funções de linguagem empregadas no texto; xii) aspectos referentes ao registro de linguagem empregado (culto, familiar, técnico); xiii) questões de estilo; xiv) a variação linguística do texto (inglês americano ou britânico, espanhol europeu ou sulamericano); xv) termos técnicos; xvi) trechos pouco claros, prolixos ou truncados, que poderiam ser objeto de assertivas que exigem a inferência de informação; xvii) a tese central do texto (se é que há).

Como vimos, há muito que se pode fazer sozinho em termos de aprendizado autodidata de um idioma... e ainda estamos na parte da leitura! Como apoio, valha-se de se bons dicionários, gramáticas e livros de vocabulário temático para "espremer" o significado de tudo que for novo. No caso de Língua Inglesa, recomendamos a English Grammar in Use como apoio para a gramática; o Oxford Collocations Dictionary, para as collocations; o Cambridge Word Routes (Inglês–Português) para vocabulário temático e para tradução; além dos dicionários Merriam-Webster, Oxford ou Cambridge.

Questões objetivas

Se você estuda em grupo ou na companhia de um colega, procure criar três questões objetivas sobre o texto, no formato da prova, que avaliem sobretudo: i) a compreensão e interpretação do texto; ii) o conhecimento da morfossintaxe (norma culta de formação e emprego das palavras), seja pela cobrança da aplicação de regras de gramática, seja pela reescrita de trechos do texto; iii) a semântica (compreensão das ideias, significado de vocabulário, expressões idiomáticas, sinônimos, antônimos, etc.); iv) aspectos relacionados ao estilo e linguística. Na dúvida quanto ao formato das questões, nada melhor do que recorrer à prova do ano passado.

Uma vez construídas as questões, peça que seu colega as responda após a leitura do texto. Igualmente, para que você também tire proveito da experiência, peça que também selecione um texto e crie questões para você resolver.

Resumo

Uma vez assimilados os principais aspectos microestruturais do texto, pratique a técnica de resumo. Escreva um resumo de extensão de 35% a 50% do original (quanto mais próximo dos 35%, melhor, pois minimiza as chances de incidência de erros (é uma prova defensiva, lembra?). Use as dicas de produção de resumo fornecidas nesta página e estará melhor que 90% dos concorrentes que estudam intuitivamente, sem método ou mal orientados.

Tradução

Selecione um trecho interessante do texto e traduza-o para o português. Corrija sozinho ou com a ajuda de um amigo que domine a língua melhor do que você. Recorra a dicionários bilíngues ou a qualquer outra fonte de referência para garantir que sua tradução em português soe natural. Se for preciso, peça que alguém leia apenas a versão em português e diga se parece um texto que foi escrito originalmente em português. Se sim, você alcançou o objetivo. Guarde sua tradução por mais ou menos uma semana. O melhor virá agora.

Versão

Use a tradução que você mesmo criou na semana anterior como texto de referência para produzir uma versão em língua estrangeira. A ideia é tentar utilizar o vocabulário que você aprendeu nos exercícios anteriores de maneira ativa, ou seja, usando-o quando você precisa expressar suas ideias, e não apenas identificar seu significado em um texto. É a maneira mais eficiente de melhorar seu vocabulário ativo, ao tempo em que desenvolve a proficiência no exercício de versão, que tem peso significativo nas provas. Procure recorrer o mínimo possível à versão original do texto, isto é, a primeira, em língua estrangeira. Este exercício treina sua capacidade de reter novas palavras, expressões idiomáticas, construções sintáticas e sutilezas linguísticas percebidas na primeira leitura. Caso tenha interesse, leia um pouco sobre o método Benjamin Franklin de escrita.

Apenas depois de concluir sua versão é que você vai comparar seu texto com a versão autêntica.

Se tiver a oportunidade, compare sua versão com a de seu colega.

Redação

É o fundamento mais difícil de desenvolver sozinho. Justamente por isso, os candidatos tendem a subestimar o valor da prática constante, da autocorreção e das opiniões de leitores não especializados, bem como atribuir valor excessivo ao alto custo das correções personalizadas (por professores) como impeditivo ao progresso. Há muito que se pode fazer para progredir na redação, mesmo em um contexto financeiro desfavorável.

Propomos o seguinte exercício: escolha algum aspecto do texto que leu e desenvolva um texto de extensão média apresentando sua própria visão sobre ele, ou uma análise de um determinado ponto de vista ou polêmica levantada por ele.

Nesse sentido, se for inviável financeiramente a contratação individualizada da correção de uma redação, adote as seguintes práticas:

  • Leia o texto que você escreveu depois de alguns dias. Procure corrigi-lo à sob o prisma de um examinador: cace erros de natureza macroestrutual (gramática e propriedade vocabular) e analise a estrutura e apresentação das ideias à luz das boas práticas de redação sugeridas nesta página.
  • Reescreva o texto, se necessário, mais de uma vez. Perceba que, a cada revisão ou reescritura dele, você se sentirá mais confiante no emprego da gramática, na fluência do texto, na organização das ideias e no emprego do vocabulário.
  • Peça para o colega de estudos ler, comentar e procurar erros de gramática, de emprego da linguagem, de argumentação, de estilo e defeitos de conteúdo na sua redação.

Ao adotar as práticas de estudo autodidata acima, você pode até não ter os mesmos resultados que teria caso optasse pela correção individualizada de um especialista, mas colherá benefícios que muitas vezes ficam "sobre a mesa".

Gramática

Recorra agora a uma gramática normativa para elucidar eventuais dúvidas relacionadas com a gramática, identificadas tanto durante a leitura inicial do texto, quanto, principalmente, durante os exercícios ativos de produção textual (redação, resumo e versão). Se você teve dificuldades ao tentar construir sentenças dentro de determinado padrão gramatical (teve dúvidas quanto ao emprego de determinado modo ou tempo verbal, à concordância verbal ou nominal, à regência, etc.), faça os exercícios correspondentes na gramática de referência.

Accountability 

É um momento de prestação de contas. Após cada sessão de estudos, recapitule tudo que aprendeu a partir da experiência. Faça a si próprio (e responda) as seguintes perguntas:

  • Quais palavras, construções e expressões idiomáticas você não sabia e agora conseguirá aplicar com naturalidade?
  • Quais delas você ainda teria dificuldades de aplicar, caso necessário?
  • Quais foram as principais modificações que você fez em seu resumo/tradução/versão/redação que o capacitaram para lidar melhor com esse tipo de exercício?
  • Quais técnicas de retenção de regras gramaticais e de vocabulário você desenvolveu com o exercício?
  • O que não ficou bem assimilado e precisará de revisão no futuro? 

É dispensável dizer que nem todos os exercícios acima são necessários para todos os idiomas. Os exercícios objetivos, a redação e a tradução para o português são competências cobradas apenas na exigente prova Língua Inglesa. Aplique, no caso de Línguas Espanhola ou Francesa, apenas aquilo que faz sentido para essas provas específicas, que cobram o resumo e a versão.

O Curso Ubique

Os professores do Ubique valem-se dos métodos descritos acima para construir suas aulas. Eles procurarão, ao longo do curso, prover as oportunidades para que você se torne mais competitivo para lidar com as demandas particulares da prova de diplomata. Se você já gostou das dicas acima para se preparar para a prova dos idiomas da maneira como serão cobrados na prova, imagine o que vai encontrar nas aulas Ubique...

Preparamos, inclusive, uma série de aulas gratuitas para você ver a aplicação prática dos conceitos acima em uma aula de verdade.

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Opções de matrícula

Veja a seguir as opções  de pagamento em até 9 parcelas, na modalidade recorrente, que não compromete o limite do seu cartão em sua totalidade, e as opções de matrícula.

12 meses de acesso [-20% no combo]

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Depoimentos

Veja o que os alunos disseram dos cursos de idiomas Ubique.

 

Depoimentos
Os exercícios propostos [de espanhol] foram cruciais para preencher diversas lacunas que eu tinha com a gramática, além de terem sido o pontapé inicial de uma longa lista de vocabulários (em permanente construção). Toda dúvida que eu anotava era, sem exceção, comentada pela professora Cristina na aula seguinte (como uma espécie de bola de cristal!), e sempre de maneira muito clara e cirúrgica. É um curso intenso, mas sem perder a leveza! Reitero meu agradecimento à professora Cristina Corral e a toda equipe do Grupo Ubique por esse projeto grandioso, que tem sido uma referência no trilhar do caminho cacdista. Gracias.

Leticia Costa

Vale a pena cada centavo! O curso de espanhol é maravilhoso, a professora é excelente e o aluno progride a cada semana.

André Barros

Recheado de exercícios! O curso de francês do professor Igor me ajudou bastante a iniciar os estudos em francês do zero, de forma otimizada. O curso direciona o candidato para o estudo das habilidades específicas cobradas no CACD através de aulas que abordam a gramática contextualizada nos textos.

Lydia Pearce

Curso formidável! Sendo eu aluno do Curso de Francês, o qual tem o Prof. Igor Barca como o responsável pelas aulas tanto do módulo básico quanto do módulo avançado, deixo aqui registrado o meu profundo contentamento com esse Curso, sobretudo no que tange à didática e à metodologia do professor Igor, assim como o seu empenho na elaboração dos fascículos e de materiais complementares para as suas aulas. Decerto que todo esse primoroso trabalho realizado pelos colaboradores do Grupo Ubique me propiciou alcançar um notável progresso na disciplina de francês, fazendo com que hoje eu já me sinta deveras seguro para a escrita de versões e de resumos em língua francesa.

Álex Mendonça Paiva

O curso de idiomas do Grupo Ubique elevou o nível de preparação nessas disciplinas, trazendo-me a real dimensão da forma como são exigidas na prova. O princípio da especificidade defendido pelo Marcílio Falcão é de utilidade ímpar na preparação e aplicado de maneira especial nos cursos de idiomas. Agradeço a toda equipe de professores e colaboradores do Ubique.

George Silveira

Princípio da especificidade. Seguindo à risca o princípio da especificidade, o Grupo Ubique disponibiliza conteúdo de qualidade e focado no que realmente importa. A abordagem utilizada nos cursos de idiomas, por exemplo, retratam bem a proposta do grupo. São aulas que fazem toda a diferença na preparação do candidato.

Saulo Moraes

Perguntas & Respostas

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ARTIGO NA PRAETEREA

Inglês no CACD: por que a fluência importa

…considero qualquer aceno no sentido de relativizar a importância do domínio profundo dos idiomas estrangeiros como uma armadilha, uma mentira que queremos ouvir. Quando você acredita que pode passar sem deslanchar nos idiomas, embarca num confortável delírio coletivo, juntamente com os outros 99,7% dos candidatos que também repetirão a prova no ano seguinte…

MARCÍLIO FALCÃO
LEIA O ARTIGO COMPLETO NO BLOG

Por que estudar com o Ubique?

  • Garantia total de satisfação. Se não ficar satisfeito com o curso em até 30 dias, devolvemos seu dinheiro.
  • Acesso às aulas de todos os níveis. Independentemente de seu nível nos idiomas, você pode acessar qualquer aula dos níveis acima ou abaixo do seu.
  • Um ano de acesso! Cada nível tem duração de 6 meses. Contudo, será dado acesso a ambos os níveis pelo período de um ano, de modo a permitir uma melhor assimilação e revisão do conteúdo.
  • A possibilidade de contratar correções personalizadas de suas redações, resumos, traduções e versões.
  • A vantagem de estudar no seu ritmo: as aulas são gravadas e você pode revê-las quantas vezes quiser!
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